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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Milagre Eucarístico de Lanciano.


A antiga Anxanum dos “Frentanos” (povo da Roma antiga) conserva, depois de mais de doze séculos, o primeiro e maior Milagre Eucarístico da Igreja Católica. O Milagre aconteceu no século VII d.C., na pequena igreja de S. Legonziano, pela dúvida que teve um monge da Ordem Basiliana sobre a verdadeira presença do Cristo na Eucaristia. Durante a celebração da Santa Missa, depois da consagração, a hóstia transformou-se em Carne viva e o vinho tornou-se Sangue vivo, aglutinado em cinco glóbulos irregulares e de diversas formas e tamanhos.

A Hóstia-Carne, como se pode ver muito bem hoje em dia, tem o mesmo tamanho da hóstia maior usada na Igreja latina, é de côr levemente escura e torna-se rósea quando posta contra a luz.

O Sangue é coagulado, de côr pálida tendente ao amarelo-ocre.

A Carne fica guardada, após 1713, num artístico ostensório de prata, elegantemente cinzelado, da escola napolitana.

O Sangue fica dentro de uma rica e antiga âmbula em cristal de rocha.

Os frades Menores Conventuais guardam o Milagre desde 1252, por vontade de Landulfo, bispo da vila de Chieti, e com bula pontifícia de 12 de Maio de 1252.

Os monges da Ordem de São Basílio guardaram o Milagre até 1176 e os Beneditinos até 1252.

Em 1258 os Franciscanos construiram o santuário atual, que foi transformado em 1700 de românico-gótico em barroco.

O “Milagre” foi colocado antes numa Capela ao lado do altar maior e depois, desde 1636, num altar lateral da Nave, onde ainda se conserva a antiga custódia de ferro lavrado e a epífrage comemorativa.

Desde 1902 o Milagre está custodiado no secundo tabernáculo do altar monumental, erigido pelo povo de Lanciano no centro do presbitério.

Após várias inspeções efetuadas pela Igreja a partir de 1574, um exame científico foi efetuado em 1970-71 e outra vez em 1981 pelo Professor Odoardo Linoli, catedrático da Anatomia e Histologia Patológica e Química e Microscópica Clínica., coadjuvado pelo Professor Ruggero Bertelli, da Universidade de Siena.

Os resultados das análises, efetuadas de forma rigorosamente científica e documentadas por uma série de fotografias ao microscópio, são os seguintes:

A Carne é carne verdadeira. O Sangue é sangue verdadeiro.

A Carne e o Sangue pertencem à espécie humana.

A Carne é um CORAÇÃO completo na sua estrutura essencial.

A Carne contém, em seção, o miocárdio, o endocárdio, o nervo vago, e, no considerável espesor do miocárdio, o ventrículo cardíaco esquerdo.

A Carne e o Sangue pertencem ao mesmo grupo sangüíneo: AB (mesmo grupo sangüíneo encontrado no Santo Sudário).

As proteínas observadas no Sangue encontram-se normalmente fracionadas em percentagem a respeito da situação seroproteínica do sangue vivo normal.

Encontram-se no sangue os seguintes elementos: Cloreto, Fósforo, Magnésio, Potássio, Sódio e Cálcio.

A preservação da Carne e do Sangue milagrosos, deixados ao estado natural durante doze séculos e expostos à ação de agentes físicos, atmosféricos, e biológicos constitue um Fenômeno Extraordinário.

Ao final, podemos dizer que a ciência chamada em causa, forneceu uma resposta certa e exauriente a respeito da autenticidade do Milagre Eucarístico de Lanciano.

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